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Ataca as urnas para embaixadores e fica inelegível
Bolsonaro usou o Palácio e a TV pública para atacar as urnas diante de embaixadores. O TSE o tornou inelegível por oito anos.
Outro lado: A defesa diz que a reunião não tinha fim eleitoral.
Para destravar a conversa
Em uma frase
Bolsonaro usou o Palácio da Alvorada e a TV pública para atacar as urnas diante de embaixadores. O TSE o declarou inelegível por oito anos. Fonte: Agência Brasil.
Baixar imagemSe te disserem
“Ele só levantou dúvidas sobre as urnas, é liberdade de expressão.”
Ele usou o Palácio da Alvorada e a TV pública para atacar as urnas diante de embaixadores e sugeriu que os votos não podiam ser auditados. O TSE o tornou inelegível por 5 a 2, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação: a punição foi pelo uso da estrutura pública, não por ter uma opinião.
Fatos que costumam aparecer na conversa
A defesa diz que a reunião não tinha fim eleitoral. Ela aconteceu em julho de 2022, a três meses da eleição em que ele era candidato.
Uma pergunta para abrir
“Um presidente pode usar o palácio e a TV pública para atacar as urnas da eleição em que ele mesmo é candidato?”
Fonte: Agência Brasil
Detalhes e atualizações
Brasil: reunião com embaixadores contra as urnas torna Bolsonaro inelegível
Em 18 de julho de 2022, no Palácio da Alvorada e com transmissão da TV Brasil, Jair Bolsonaro atacou o sistema eletrônico de votação diante de embaixadores e sugeriu que os votos não podiam ser auditados. Em junho de 2023, o TSE o declarou inelegível por oito anos, por 5 a 2, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Outro lado: A defesa disse que a reunião não tinha fim eleitoral e era um “contraponto institucional” para sugerir mudanças no sistema eleitoral.
