Presidente da Colômbia declara “guerra total” ao “wokismo”
O novo presidente da Colômbia, apoiador de Flávio, promete “guerra total” ao “wokismo”. O Museu Nacional retira peças sobre vítimas da violência política.
Argumento de bolso para usar numa conversa
O novo presidente da Colômbia, que apoiou Flávio, declarou “guerra total” ao “wokismo”. Na véspera, o Museu Nacional retirou mais de 30 peças sobre movimentos feministas e LGBTIQ, vítimas da violência política e o acordo de paz. Fonte: France 24 (AFP, EFE).
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Detalhes e atualizações
Presidente da Colômbia declara “guerra total” ao “wokismo”
Em visita ao Ministério da Cultura, Abelardo de la Espriella prometeu uma “luta aberta, total, decidida e patriótica contra o wokismo”, que chamou de “um dos grandes cânceres que ameaçam a unidade nacional”. Anunciou que o ministério volta a se chamar Ministério de Cultura e Patrimônio, que expressões culturais que considera “apologia ao terrorismo” serão revistas e que os funcionários devem compartilhar os valores do governo. Na véspera, o Museu Nacional retirou mais de 30 peças sobre movimentos LGBTIQ e feministas, vítimas da violência política e o acordo de paz de 2016, incluindo uma bandeira arco-íris, sem consultar os curadores. A ministra da Cultura diz que o museu não deve ser instrumento de “doutrinação política”.
Por que ler: Mostra a agenda antigênero e o controle do Estado sobre a cultura e a memória num governo recém-empossado. A lei de cultura colombiana proíbe a censura estatal. De la Espriella apoiou Flávio no 1º turno.
